Internacionais | Quem fica no poder?

Domingo, 01 de Março de 2026

Saiba quem assumirá o poder de transição no Irã após a morte de Khamenei

O presidente do Irã, o chefe do judiciário e um dos juristas do Conselho de Guardiões assumirão o poder temporariamente

O presidente Masoud Pezeshkian, o chefe do judiciário Gholamhossein Mohseni Ejei e um dos juristas do Conselho dos Guardiães do Irã assumirão o poder de forma temporária, segundo a mídia estatal iraniana.

Em um post no X, a Fars informou que as três figuras assumirão o poder na transição após "o martírio do Líder Revolucionário".

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto pelos ataques dos Estados Unidos e Israel, confirmou a mídia estatal iraniana na manhã de domingo (1º), horário local.

O que está acontecendo?

Trump anunciou no sábado que os EUA iniciaram “grandes operações de combate” no Irã, prometendo aniquilar as forças armadas do país e destruir seu programa nuclear.

Em um vídeo de oito minutos publicado na rede Truth Social, Trump acusa o Irã de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares” e afirmou que os EUA “não aguentam mais”. Israel também anunciou ataques contra o Irã.

Diferentemente da última vez em que os EUA e Israel atacaram o Irã, em junho de 2025, estes ataques começaram à luz do dia, na madrugada deste sábado – o primeiro dia da semana no Irã – enquanto milhões de pessoas iam trabalhar ou estudar.

E enquanto os ataques americanos em junho terminaram em poucas horas, fontes disseram à CNN Internacional que, desta vez, as forças armadas norte-americanas estão planejando ataques para vários dias.

A CNN Internacional havia relatado anteriormente que Khamenei era um dos alvos da primeira onda de ataques contra o Irã, juntamente com outros líderes importantes.

Em resposta, o regime iraniano lançou uma onda de ataques sem precedentes em todo o Oriente Médio, com explosões ouvidas em diversos países que abrigam bases militares americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

CNN