Internacionais | Caso Epstein
Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2026
Polícia britânica retoma buscas em endereços ligados a ex-príncipe Andrew em investigação sobre ligações com Epstein
Buscas no Royal Lodge entraram no 2º dia nesta sexta (20), e polícia pode obter novos mandados. Irmão do rei Charles III, Andrew foi detido por cerca de 11 horas na quinta por suspeita de má conduta no exercício de cargo público.
A polícia do Reino Unido retomou as buscas em endereços ligados ao ex-príncipe Andrew na manhã desta sexta-feira (20), no dia seguinte que sua prisão chocou o mundo e aumentou a crise da família real britânica.
O ex-príncipe Andrew, irmão do rei Charles III, foi preso na manhã de quinta e ficou cerca de 11 horas na delegacia para depor sob suspeita de má conduta no exercício de cargo público. As autoridades afirmaram que o ex-príncipe “foi liberado enquanto as investigações continuam”. Segundo a polícia, buscas continuam em um endereço ligado a ele. (Leia mais abaixo)
Carros da polícia foram vistos entrando no Royal Lodge, ex-residência oficial de Andrew em Berkshire na qual ele morou até outubro, quando "foi expulso" pelo rei Charles III. As buscas casa de campo de Sandringham, onde o ex-príncipe mora atualmente, terminaram ainda na quinta-feira, segundo informou a polícia do Vale do Tâmisa, que comanda as investigações.
Os veículos da polícia que entraram no Royal Lodge estavam sem identificação oficial, assim como ocorreu na quinta-feira (veja na foto acima). Agências de notícias internacionais registraram movimentação desses veículos por volta das 5h20, no horário de Brasília, e às 6h40.
A polícia britânica não havia dado nenhum detalhe sobre as buscas nos endereços ligados ao ex-príncipe Andrew até a última atualização desta reportagem. A imprensa britânica e agências de notícias internacionais estavam mobilizadas em frente ao Royal Lodge e à residência de Sandringham.
Segundo a "BBC", a polícia ainda pode buscar obter mandados de busca para unidades de armazenamento ligadas a Andrew ou até o Palácio de Buckingham, onde moram o rei Charles III e a rainha Camilla, caso considerem necessário. Se fosse o caso, Charles III "com certeza" renunciaria a quaisquer privilégios reais que pudessem restringir o acesso das autoridades, segundo especialista jurídico ouvido pela emissora britânica.
Fonte:G1








