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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2026

Mutirão do SUS leva cirurgias oftalmológicas a indígenas de Amazonas

Segunda etapa de iniciativa do Agora Tem Especialistas vai oferecer cirurgias de catarata e pterígio no Hospital Municipal de Itamarati

Um novo mutirão do programa Agora Tem Especialistas teve início, nessa quarta-feira (11/2), no município de Itamarati, na região do Médio Rio Solimões (AM). O programa vai levar cirurgias oftalmológicas a indígenas da região.

A ação, parte de uma iniciativa mais ampla para reduzir o tempo de espera por consultas, exames e procedimentos no Sistema Único de Saúde (SUS), vai atender comunidades acompanhadas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena Médio Rio Solimões e Afluentes até 22 de fevereiro.

Nesta etapa, o foco é exclusivamente cirúrgico: cerca de 30 pacientes indígenas já avaliados e considerados aptos passam por procedimentos como cirurgias de catarata e pterígio no Hospital Municipal de Itamarati, em uma fase que dá sequência aos atendimentos iniciados em 2025.

No ano passado, foram registrados 624 atendimentos especializados, incluindo consultas, exames, triagens e avaliações, além da identificação de pacientes que precisavam de continuidade no tratamento.

Para o secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (MS), Weibe Tapeba, a iniciativa do Agora Tem Especialistas — programa do governo federal que tem o objetivo de reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias especializadas no SUS — tem “permitido levar às comunidades mais remotas serviços de média e alta complexidade, de forma humanizada e voltada às reais necessidades dos povos indígenas”.

De acordo com a pasta, foram realizados mais de 21 mil atendimentos em aldeias indígenas do país no segundo semestre de 2025.

Mutirão

A ação do programa Agora Tem Especialistas começou nessa quarta-feira (11/2) em Itamarati (AM), com cirurgias oftalmológicas para indígenas do Médio Rio Solimões. O mutirão segue até 22 de fevereiro.

Nesta etapa, cerca de 30 pacientes passam por cirurgias como catarata e pterígio no Hospital Municipal de Itamarati. A iniciativa dá continuidade aos atendimentos realizados no ano passado.

O programa busca reduzir filas do SUS e levar atendimento especializado a áreas remotas. Em 2025, mais de 21 mil atendimentos foram realizados em aldeias indígenas no país.

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