Internacionais | Demissão de agentes
Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2026
FBI demite agentes vinculados a caso sobre documentos confidenciais de Trump, afirma imprensa
Agência federal de investigação norte-americana investigou Trump em caso de documentos confidenciais que ele teria mantido em sua casa após perder as eleições de 2020 para Joe Biden. Demissões integram agenda de vingança do presidente dos EUA contra opositores.
O FBI demitiu pelo menos seis agentes vinculados a uma investigação de 2022 sobre a suposta retenção de documentos confidenciais pelo presidente Donald Trump em sua residência de Mar-a-Lago, informou a imprensa americana.
O Departamento Federal de Investigação fez uma operação de busca na residência de Trump na Flórida em 2022, em meio a uma investigação sobre a suposta má gestão dos arquivos após o fim de seu primeiro mandato (2017-2021) na Casa Branca.
Segundo a investigação, o republicano supostamente levou documentos para sua mansão após seu primeiro mandato presidencial, sem obedecer às devidas medidas de segurança, e teria dificultado as tentativas das autoridades de recuperá-los.
Segundo os promotores, o material incluía arquivos secretos relacionados a temas nucleares e de defesa. Em julho de 2024, a juíza federal Aileen Cannon, indicada por Trump, arquivou o caso ao determinar que o ex-procurador especial Jack Smith foi nomeado de forma ilegal.
O diretor do FBI, Kash Patel, ordenou a demissão dos agentes por seu trabalho no caso, segundo a imprensa. A instituição não comentou as informações.
Cannon bloqueou na segunda-feira a publicação de um relatório do ex-procurador Smith, após aceitar um recurso apresentado por Trump e dois coacusados para impedir sua divulgação.
Uma associação que representa os agentes do FBI confirmou as demissões, mas não revelou o número.
Em um comunicado, o grupo criticou o FBI por violar "os direitos ao devido processo daqueles que arriscam a vida para proteger" os Estados Unidos.
Fonte: G1








