Brasil | Mulher reclama dos açougues
Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2026
Empresária reclama de ter sido enganada ao tentar comprar em açougue, e vídeo viraliza: 'Eu não pedi maminha'
Larissa Tavares relatou que ainda existe diferença no atendimento quando se trata de clientes mulheres. O caso foi registrado em Araguaína, na região norte do Tocantins.
A empresária Larissa Tavares viralizou em uma rede social com mais de 70 mil visualizações após mais ser “passada para trás” em um açougue de Araguaína, na região norte do Tocantins. Larissa ficou indignada e levou as reclamações para as redes sociais.
A empresária não revelou o nome do açougue, por isso o g1 não localizou o estabelecimento para se posicionar sobre as reclamações. No vídeo, ela não poupou críticas ao local (assista ao vídeo acima).
“Eu pedi uma alcatra. É a única carne que eu sei que é boa para bife [...] pedi lá, alcatra para bife, bem fininha. Aí o menino veio e me entregou a carne, uma bem branquinha. Aí eu disse: ‘isso é alcatra?’ Aí ele falou que confundiu e pôs maminha. [...] Aí eu falei: ‘Eu não pedi maminha, eu pedi alcatra’. E lá foi ele, mais 10/15 minutos para cortar a carne. Eu fico perplexa de como as pessoas têm coragem de passar as pernas assim.
Ao g1, ela contou que a confusão é frequente no estabelecimento e destacou a necessidade de estar atenta à qualidade da carne.
“No final do vídeo, falei desse mesmo açougue, que é o que fica mais acessível para mim. Já fui várias vezes passada para trás”, explicou.
Ela contou ainda que há diferença no atendimento quando se trata de clientes mulheres. “Acham que a gente não entende”, desabafou.
“No final do vídeo, falei desse mesmo açougue, que é o que fica mais acessível para mim. Já fui várias vezes passada para trás”, explicou.
Ela contou ainda que há diferença no atendimento quando se trata de clientes mulheres. “Acham que a gente não entende”, desabafou.
O g1 conversou com Ivanildo Santiago, empresário do ramo de açougue em Palmas. Ele admitiu que o erro pode existir, mas a confusão também pode estar associada à qualidade do corte.
“Tem gado próprio para corte e tem gado que não é para consumo. Depende muito. Tem picanha dura e macia, por exemplo. Às vezes, não foi errado, tem carne que é dura mesmo”, explicou.
O conteúdo da empresária, além de ter viralizado e chamado atenção pela indignação, serviu de alerta ao consumidor.
G1 Tocantins








