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Domingo, 21 de Junho de 2026

Queda da testosterona pode afetar corpo e mente: médico de Santa Helena explica os sinais de alerta

A redução dos níveis de testosterona é um processo natural que ocorre ao longo do envelhecimento masculino, geralmente a partir dos 35 a 40 anos. No entanto, fatores relacionados ao estilo de vida, ao ambiente e à saúde metabólica têm contribuído para que essa queda seja observada cada vez mais cedo em alguns homens.

Em entrevista ao comunicador Edu Ditz, o médico Dr. Cristiano Guimarães (CRM-PR 42314), da clínica Integral Med, em Santa Helena, pós-graduado em Medicina Integrativa e Endocrinologia, esclareceu dúvidas sobre a importância da testosterona para a saúde masculina e os impactos que sua deficiência pode causar.

Segundo o médico, é importante diferenciar a queda fisiológica da testosterona relacionada ao envelhecimento do hipogonadismo masculino, condição caracterizada pela produção insuficiente desse hormônio e que pode trazer repercussões significativas para a saúde e a qualidade de vida.

A testosterona desempenha funções muito além da esfera sexual. Ela participa da manutenção da massa muscular, da força física, da densidade óssea, da produção de energia, da capacidade de concentração, da memória, do humor, da disposição diária e do bem-estar geral. Além disso, influencia diretamente a libido, a função erétil e a composição corporal.

Entre os principais sinais que podem indicar baixos níveis de testosterona estão:

  • Redução da libido;
  • Diminuição ou ausência das ereções matinais;
  • Cansaço persistente e falta de energia;
  • Dificuldade de ganho ou manutenção da massa muscular;
  • Aumento da gordura corporal, especialmente abdominal;
  • Alterações de humor, irritabilidade e desmotivação;
  • Queda da concentração e da memória;
  • Sintomas depressivos e perda do interesse por atividades antes prazerosas;

Durante a entrevista, o médico também destacou que diversos fatores modernos podem contribuir para o desequilíbrio hormonal masculino, incluindo sedentarismo, obesidade, privação de sono, estresse crônico, consumo excessivo de álcool e a exposição frequente a substâncias químicas presentes em plásticos e outros produtos industrializados, conhecidas como desreguladores endócrinos.

O diagnóstico deve ser realizado por meio de avaliação médica individualizada, considerando os sintomas do paciente, exame físico e exames laboratoriais específicos. Quando necessário, o tratamento pode envolver mudanças no estilo de vida, melhora da alimentação, prática regular de atividade física, otimização do sono e, em casos selecionados e com indicação médica, terapia de reposição hormonal.

Para assistir à entrevista completa e obter mais informações sobre saúde hormonal masculina, entre em contato:

Integral Med
Rua Pará, 1300
Centro – Santa Helena, PR
Whatsapp: (45) 98821-1259

Dr. Cristiano Guimarães
CRM-PR 42314
Pós-graduado em Medicina Integrativa e Endocrinologia