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Segunda-feira, 15 de Abril de 2019

Gato de Assange está em segurança, diz WikiLeaks

O WikiLeaks informou neste fim de semana que o gato de estimação do ativista Julian Assange está "a salvo", após a prisão de Assange na embaixada equatoriana em Londres.

Segundo a organização, Assange pediu que seus advogados resgatassem o gato em meados de outubro passado. O WikiLeaks disse esperar que eles se reencontrem em liberdade.

Assange foi detido na quinta-feira, após 7 anos asilado na embaixada para escapar de uma ordem de detenção britânica por acusações de estupro e agressão sexual na Suécia, que ele sempre negou.

A denúncia por agressão sexual prescreveu em 2015. A justiça da Suécia arquivou as acusações no segundo caso em maio 2017, por falta de condições para avançar na investigação.

Mas, com o anúncio de sua detenção, a advogada da denunciante pediu a reabertura da investigação.

O australiano de 47 anos foi detido também em relação a um pedido de extradição dos EUA, onde a justiça o acusa de ter ajudada a ex-analista de inteligência Chelsea Manning a obter uma senha de acesso a milhares de documentos sigilosos.

Este pedido será analisado pela justiça britânica em 2 de maio.

Se a Suécia solicitar sua extradição, "pediremos as mesmas garantias que já formulamos, que ( Assange) não seja enviado aos Estados Unidos", declarou Robinson.

A advogada explicou que seu cliente buscou refúgio na embaixada do Equador ante a falta de tais garantias.

 

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